A Relação Entre Pais e Filhos

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Algumas Crianças Gostariam Que Seus Pais Fossem Animais

Posted by Grupo1-AP 12ºA (EB 2,3/S, P.C.) em 9 Maio, 2008

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Final Feliz

Posted by Grupo1-AP 12ºA (EB 2,3/S, P.C.) em 9 Maio, 2008

Final Feliz

“Final Feliz é um livro que reúne um conjunto de crónicas sobre dificuldades comuns no desenvolvimento recíproco das relações entre pais e filhos. Partindo quase sempre de pequenos exemplos concretos, desenvolvem-se ideias teóricas que explicam algumas origens bem como soluções dessas mesmas dificuldades, realçando sempre os aspectos positivos e saudáveis que devem prevalecer durante os ciclos evolutivos das famílias. Este livro destina-se a pais, educadores, professores, assistentes sociais, médicos e todos aqueles que, junto dos mais novos por quem são responsáveis, desejam viver histórias de… final feliz!”

Recomendamos a leitura deste livro. ;)

Fonte

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Coloquem as Vossas Dúvidas

Posted by Grupo1-AP 12ºA (EB 2,3/S, P.C.) em 8 Maio, 2008

Olá a todos!

Vimos por este meio informar que existe um espaço no nosso “Blog” destinado à colocação de dúvidas. Agradecíamos que participassem.

Cliquem Aqui Para Aceder ao Espaço de Dúvidas!

P.S.: Não é obrigatório colocarem o vosso nome ou email.

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Entrevista a Uma Professora de Psicologia da Nossa Escola

Posted by Grupo1-AP 12ºA (EB 2,3/S, P.C.) em 2 Maio, 2008

No âmbito do nosso projecto, realizámos no dia 29 de Fevereiro uma entrevista a uma professora que leccionou Psicologia, com o intuito de recolher mais informação acerca do tema.  Segundo esta a relação entre pais e filhos tem vindo a mudar ao longo dos tempos, e para que as relações sejam saudáveis, os filhos devem desempenhar um bom papel no  seio da família.

Entrevista:

1. Na sua opinião a relação entre os pais e os filhos tem vindo a mudar nos últimos tempos? (Positivamente ou negativamente? Na sua opinião quais os factores dessa mudança?)
Olhem é assim, eu acho que tem vindo a mudar, não podemos avaliar se é para bem ou é para mal, porque tem a ver com todas as circunstancias e contextos sociais e que influenciam naturalmente a relação entre os pais e os filhos. Não posso dizer nenhum factor em especial, ate porque é um fenómeno complexo, mas que têm vindo a mudar têm. Ate porque as gerações de hoje perpetuam essa relação de forma diferente.

2. O que acha fundamental para uma boa relação entre os pais e os filhos?
O que é mais fundamental entre os pais e os filhos é a ligação emocional/ afectiva, a partir dai, todas as outras resultam, porque o problema hoje entre os pais, os adultos e os jovens é precisamente a falta de tempo para partilhar os sonhos.

3. Quais as principais razões, que mais contribuem para o desentendimento entre os pais e os filhos?
O facilitismo com que os pais encaram as relações com os filhos e depois um bocadinho a tentativa dos filhos tirarem partido desse facilitismo, porque é natural que os pais que cedem frequentemente por diversas razões, nem se apercebendo, estão a criar nos filhos alguns hábitos que os desresponsabilizam da sua própria vida.

4. Como devem os pais exercer a sua autoridade para com os filhos?
Fazendo-os assumir a responsabilidade dos seus actos, responsabilizando-os, sobretudo atribuindo-lhes funções e cargos dentro da família, responsabilidade dentro da família, papeis dentro da família que são fundamentais.

5. Qual é a melhor conduta que os pais devem optar na relação com os filhos?
Olhem! Na minha perspectiva a melhor conduta (quer dizer não há modelo, nem há receitas) terá sempre a ver com o pai que é sempre pai, e não achar que ser amigo equivale a desresponsabilizar-se e a não exercer a autoridade (não é ser autoritário é exercer a autoridade).

6. Qual o grau de liberdade relativamente a: saídas com os amigos, romances, sexualidade, etc. que os pais devem dar aos filhos (horas de chegada a casa, escolhas de amigos, etc.)?
Isso é sempre tudo muito relativo, mas é assim, horas de chegada, horas de saída tem a ver com as regras do ambiente familiar, se a família tem regras, estas têm de ser cumpridas, então têm de obedecer, e eu acho muito bem que haja regras e que os filhos saibam quais são as regras, com as quais podem contar e que têm de cumprir. Em relação à sexualidade, em relação ao desenvolvimento os pais têm que acompanhar exactamente o desenvolvimento dos filhos com alguma maturidade e perceberem que os filhos estão a crescer, não são crianças a vida toda.

7. Considera que a opinião dos filhos é importante para os pais? E vice-versa? Justifique.
Muito, fundamental, acho que os pais devem ouvir os filhos, nas questões até familiares, naquelas em que os filhos têm uma palavra a dizer, não digo naquelas que não lhes dizem respeito, mas que os pais devem ouvir os filhos e os filhos naturalmente devem ouvir os pais, embora os filhos achem que os pais não os compreendem. Mas os filhos sentem uma necessidade imensa, imensa, imensa, que os pais se preocupem com eles, embora não assumam, porque sobretudo na adolescência os jovens têm alguma dificuldade em assumir que se possam meter na vida deles, mas inconscientemente eles gostam muito, porque é uma forma de preocupação, saber que têm uma rede protectora.

8. Qual será a melhor conduta que os filhos devem tomar na relação com os pais?
É o respeito, é a afectividade, que eu acho que deve estar sempre presente, e sobretudo o dialogo, perceber que os pais são as pessoas que mais gostam deles, e que por muito que as vezes lhe custe partilhar determinadas coisas (apesar de haver coisas que não se podem partilhar), mas no geral conversar com os pais em relação a toda a sua vida, a tudo que lhes vai acontecendo.

9. Que conselhos daria aos pais/filhos para melhorarem a sua relação?
Que conversem mais, que tenham mais tempo disponível, mais tempo útil, que é o que se chama tempo de qualidade. O tempo de qualidade é estar efectivamente uns com os outros e sentir que estamos próximos e que nos preocupamos uns com os outros. Porque as vezes até podemos estar muito tempo, e nenhum desse tempo ser de qualidade. Portanto devemos preocupar-nos com os outros, no sentido de darmos aos outros, aquilo que nós sentimos que temos necessidade de receber deles.

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“Inventem-se Novos Pais” de Daniel Sampaio

Posted by Grupo1-AP 12ºA (EB 2,3/S, P.C.) em 24 Abril, 2008

Autor: Daniel Sampaio
Editora: Caminho
Local de publicação: Lisboa
Ano de publicação: 1994

“Depois da publicação de Vozes e Ruídos. Diálogos com Adolescentes o Professor Daniel Sampaio volta ao contacto com o público, agora com Inventem-se Novos Pais.
Desta vez o diálogo é com os pais. Sobretudo para lhes chamar a atenção para os filhos. Os adolescentes têm que ser ouvidos, têm de ser entendidos pelos pais através dos sinais que emitem.
Com este livro, o Professor Daniel Sampaio ajuda os pais a interpretar esses sinais, a elaborar a resposta certa. Para que o diálogo se mantenha, e, com o diálogo, a possibilidade de uma relação saudável entre pais e filhos.
Inventem-se Novos Pais é, em suma, um livro indispensável para todos quantos querem levar a cabo com êxito a difícil tarefa da paternidade.”

Recomendamos a leitura deste livro. ;)

Inventem-se Novos Pais

Fonte

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“O que leva uma criança a sentir-se segura? O que leva uma criança a sentir-se confiante nas pessoas que a cercam? O que gera auto-confiança?”

Posted by Grupo1-AP 12ºA (EB 2,3/S, P.C.) em 24 Abril, 2008

“É o ambiente que possibilita a cada uma delas desenvolver-se e, portanto, este ambiente precisa ser “suficientemente bom” (Winnicott, 1960). E, para cada criança precisamos nos adaptar ao que seja “suficientemente bom”, dada a individualidade de cada ser, de cada filho, de cada aluno. Isto significa que quem quer que esteja cuidando de uma criança deve conhecer essa criança e trabalhar na base de uma estimulante relação pessoal. Se formos pessoas presentes e coerentes, podemos fornecer estabilidade que não seja rígida, limitante e castradora, mas viva, criativa, espontânea e humana. É isto que faz cada criança sentir-se segura. A criança que conheceu a segurança tem a expectativa de que nunca será abandonada, embora as frustrações estejam presentes sendo estas inevitáveis e fazendo parte da nossa constituição de pessoa. Essas condições de ambiente “suficientemente bom” devem fazer parte desde o início da vida do bebê. As funções materna e paterna levam a um sentimento de segurança.”

Escrito por: Maria Cecília Sonzogno

Fonte

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“Pais Investem Cada Vez Mais na Sua Relação Com os Filhos”

Posted by Grupo1-AP 12ºA (EB 2,3/S, P.C.) em 18 Abril, 2008

Há algum tempo, os pais (re)descobriram o mundo dos afectos e não abdicam de um relacionamento mais íntimo com os seus filhos. A imagem de autoridade, que actuava apenas para pôr ordem na casa e garantir o sustento da família, deu lugar a um pai mais activo que vive de forma empenhada a relação com os filhos.”

In Beira Vouga, 14 de Março de 2008

 

 

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“Educar é Dar Bons Exemplos”

Posted by Grupo1-AP 12ºA (EB 2,3/S, P.C.) em 18 Abril, 2008

“O auditório da Universidade Católica recebeu no dia 4 de Abril o psicólogo e escritor Eduardo Sá para uma conversa sobre educação e psico-pedagogia, promovido pelo Gabinae e inserido no seu novo projecto “Escola de pais e avós”.
Numa sala com mais de 200 pessoas, o orador defendeu que o mais importante na forma como se educa é dar bons exemplos. Para este psicólogo, “os pais e professores educam com bons exemplos e não com bons conselhos”.
A tarefa de educar, que “não é difícil”, obedece a três regras: dar colo o mais possível, o que pode implicar ter de o pedir, definir um q.b. de autoridade e dar autonomia aos filhos, já que não se deve fazer por eles aquilo que são capazes de fazer sozinhos.”

In Gazeta das Caldas, 18 de Abril de 2008

Clique aqui para ler o resto da notícia.

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Diversão Faz Parte da Vida…

Posted by Grupo1-AP 12ºA (EB 2,3/S, P.C.) em 17 Abril, 2008

“Porque um pouco de diversão, nunca fez mal a ningém!” ;)

“Não tentem fazer isto em casa!” :)

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As Crianças Vêem, as Crianças Fazem!

Posted by Grupo1-AP 12ºA (EB 2,3/S, P.C.) em 11 Abril, 2008

Veja este vídeo e reflicta sobre a importância que a influência dos pais tem nos filhos.

“Faça com que a sua influência seja positiva!”

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